Cada um no canto do cubo.
Tenho o corpo gelado, mesmo estando coberta,
mas o coração tenta aquecer.
Quem disse que era fácil?
O silêncio é o melhor tratamento,
mas há silêncios demasiado dolorosos,
eu conheço parte deles.
O silêncio é a resposta fácil para o orgulho,
o meu orgulho que nunca cessa.
Não sei que diga,
não sei se sei usar este orgulho que me consome.
Será faca de dois gumes?
Será protecção?
Ou será ferida?
Não sei que diga.
Ah palavras...!
Palavras cogitadas,
palavras ditas,
palavras causadoras.
Palavra última,
custe o que custar.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
sábado, 29 de novembro de 2014
O aperto
Como um lenço rendilhado,
esburacado,
amachucado,
maltratado.
O buraco negro abre-se,
negro, tão negro.
Mais negro que a negritude de uma noite de Inverno,
e está frio, tanto frio...
As mãos gelam-se,
o coração sangrou,
a água brotou,
o peito abriu,
a dor saiu.
Mas também ficou.
Quem foi?
Quem disse?
Quem atirou?
Quem negou?
Dói,
abre a dor.
Diz-lhe para ficar.
Diz-lhe que sim.
Aceita, espera que fique.
Verdade.
Qual é o rumo?
A dor saiu,
presa num soluço,
num sacudir do corpo.
Mas também ficou.
esburacado,
amachucado,
maltratado.
O buraco negro abre-se,
negro, tão negro.
Mais negro que a negritude de uma noite de Inverno,
e está frio, tanto frio...
As mãos gelam-se,
o coração sangrou,
a água brotou,
o peito abriu,
a dor saiu.
Mas também ficou.
Quem foi?
Quem disse?
Quem atirou?
Quem negou?
Dói,
abre a dor.
Diz-lhe para ficar.
Diz-lhe que sim.
Aceita, espera que fique.
Verdade.
Qual é o rumo?
A dor saiu,
presa num soluço,
num sacudir do corpo.
Mas também ficou.
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
No labirinto,
na paz,
no espírito,
na alma,
no dia,
na noite,
na madrugada.
Disse quem era,
falou,
disse,
mostrou.
O fundo é mais verde que o verde do mundo,
mais fundo que eu,
mais fundo que tudo.
Fui um pouco a medo,
sem saber,
mas depois fui tudo.
Foi tudo.
Foi mais e melhor.
Foi lágrimas e sal,
foi suor e ardor,
foi sorriso e amor.
Foi doçura e ternura,
foi um abraço apertado
e um beijo prolongado.
Foi página aberta,
foi sonho partilhado,
foi palavra sussurrada,
foi amor dito e provado.
na paz,
no espírito,
na alma,
no dia,
na noite,
na madrugada.
Disse quem era,
falou,
disse,
mostrou.
O fundo é mais verde que o verde do mundo,
mais fundo que eu,
mais fundo que tudo.
Fui um pouco a medo,
sem saber,
mas depois fui tudo.
Foi tudo.
Foi mais e melhor.
Foi lágrimas e sal,
foi suor e ardor,
foi sorriso e amor.
Foi doçura e ternura,
foi um abraço apertado
e um beijo prolongado.
Foi página aberta,
foi sonho partilhado,
foi palavra sussurrada,
foi amor dito e provado.
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
O poder
Há quem o tema,
e há que o tenha.
O poder do toque.
O poder da destruição.
Quem disse que o queria,
muito se enganou.
Quem disse que o desejava,
não sabia.
O que estava inteiro,
num segundo se desfez.
e há que o tenha.
O poder do toque.
O poder da destruição.
Quem disse que o queria,
muito se enganou.
Quem disse que o desejava,
não sabia.
O que estava inteiro,
num segundo se desfez.
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
A Canção
Gelo é um,
Fogo é outro.
O gelo é frio,
queima-me ao toque.
Cristaliza-se,
eterniza-se,
memoriza-se.
O fogo inflama numa pequena labareda,
às vezes, numa pequena chama.
E queima eternamente.
Um é gelo,
outro é fogo.
Quero os dois,
sei que não posso.
Não quero escolher,
e eles não se podem fundir.
Anulam-se
e não se separam.
Quero cristalizar-me e quero arder.
Quero negar-me e quero saber.
Fogo é outro.
O gelo é frio,
queima-me ao toque.
Cristaliza-se,
eterniza-se,
memoriza-se.
O fogo inflama numa pequena labareda,
às vezes, numa pequena chama.
E queima eternamente.
Um é gelo,
outro é fogo.
Quero os dois,
sei que não posso.
Não quero escolher,
e eles não se podem fundir.
Anulam-se
e não se separam.
Quero cristalizar-me e quero arder.
Quero negar-me e quero saber.
sábado, 21 de dezembro de 2013
Querer
Quero ser eu
e quero ser muitas.
Quero desdobrar-me e ser mil.
Quero ser outras.
E quero ser eu multiplicada.
Quero o dia e a noite
e quero os dois num só.
Quero ser madrugada.
Quero consumir-me em mim mesma,
depois de esmorecer,
depois de me desfazer.
Quero ser reinvenção,
sem expressão.
Quero desfragmentar-me e ser colada de mil formas,
dar resultados multiplicados.
Com ou sem resto de zero.
e quero ser muitas.
Quero desdobrar-me e ser mil.
Quero ser outras.
E quero ser eu multiplicada.
Quero o dia e a noite
e quero os dois num só.
Quero ser madrugada.
Quero consumir-me em mim mesma,
depois de esmorecer,
depois de me desfazer.
Quero ser reinvenção,
sem expressão.
Quero desfragmentar-me e ser colada de mil formas,
dar resultados multiplicados.
Com ou sem resto de zero.
quarta-feira, 6 de março de 2013
Mais um
No entardecer rápido e gelado,
ela caminha, decidida a não se atrasar,
a não ser igual aos outros,
mas a não ser mais,
nem menos, que eles.
Ela nunca sabe o que há-de ser,
nem sabe o que é,
nem o que foi.
Sabe o que os outros são,
mas só às vezes.
Diz que quer ir,
mas às vezes, quer ficar.
Vai na corrente.
E às vezes é ao contrário.
Consegue ser uma dualidade infinita de coisas,
como o cosmos e todas as coisas tangíveis e intangíveis que compõem um ser,
os seres,
o mundo.
Diz que é um,
mas que também é o outro.
Não sabe, portanto, quem é.
Velha?
Nova?
As duas...?
Nenhuma...?
Quem sabe...?
É tudo e é nada,
é muito e é pouco.
Às vezes não é coisa nenhuma.
ela caminha, decidida a não se atrasar,
a não ser igual aos outros,
mas a não ser mais,
nem menos, que eles.
Ela nunca sabe o que há-de ser,
nem sabe o que é,
nem o que foi.
Sabe o que os outros são,
mas só às vezes.
Diz que quer ir,
mas às vezes, quer ficar.
Vai na corrente.
E às vezes é ao contrário.
Consegue ser uma dualidade infinita de coisas,
como o cosmos e todas as coisas tangíveis e intangíveis que compõem um ser,
os seres,
o mundo.
Diz que é um,
mas que também é o outro.
Não sabe, portanto, quem é.
Velha?
Nova?
As duas...?
Nenhuma...?
Quem sabe...?
É tudo e é nada,
é muito e é pouco.
Às vezes não é coisa nenhuma.
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Ledo engano
Foi engano?
Foi ledo?
A vontade irascível de ser mais,
de ter mais,
de nunca parar,
de nunca me saciar.
A frustração.
A fome.
A infelicidade.
A inconstância.
O bom e o mau.
Exigir.
Impor.
Carecer.
Precisar.
Saber.
Odiar.
Foi ledo?
A vontade irascível de ser mais,
de ter mais,
de nunca parar,
de nunca me saciar.
A frustração.
A fome.
A infelicidade.
A inconstância.
O bom e o mau.
Exigir.
Impor.
Carecer.
Precisar.
Saber.
Odiar.
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Insónia
Revolvo o corpo no lençol,
tento esvaziar a mente,
fecho os olhos,
e digo a mim mesma que tenho de dormir.
Há noites assim,
em que o corpo não quer descansar,
não quer desligar,
não quer que o dia acabe e comece um novo.
A cabeça revolve as mesmas músicas,
vezes e vezes e vezes, sem conta,
os mesmos pensamentos,
que já foram pensamentos de outros dias e de outras noites,
de outras horas,
e que por vezes julgo esquecidos e apaziguados na alma e no coração.
Pensamentos trazidos por palavras,
por imagens,
por memórias,
que não foram além do que agora é o passado,
e que não sabem existir segunda vez,
a não ser quando revividos na minha mente.
Convenço-me de que "o que tem de ser, tem muita força",
mas também me pergunto como seria,
se as coisas tivessem sido diferentes,
e se elas ainda podem ser diferentes,
como é que eu seria se elas fossem diferentes.
Há noites assim,
em que a cabeça não pára,
trabalha mais do que durante o dia,
amassa as mesmas ideias uma e outra vez,
faz as mesmas perguntas um número infinito de vezes,
e dá mil e uma respostas.
Há noites assim.
domingo, 22 de julho de 2012
Além
Lá além,
não muito longe,
na verdade, bem perto,
há coisas que nunca mudam.
A água que se desenrola,
lentamente, por vezes,
outras, com força,
nunca sai do mesmo sítio.
Vai e volta,
banha quem lá vai,
devolve o que quer
e também leva o que lhe apraz.
Lá além,
não muito longe,
há coisas que nunca mudam,
nós é que nunca somos os mesmos.
Foto retirada de: http://sanigourmet.gr/blog/2012/04/instalovers_gr-clubsocial-instagramhub-igerseurope-igers-igersgreece-sea-saniresort-beach-from-instagram/
não muito longe,
na verdade, bem perto,
há coisas que nunca mudam.
A água que se desenrola,
lentamente, por vezes,
outras, com força,
nunca sai do mesmo sítio.
Vai e volta,
banha quem lá vai,
devolve o que quer
e também leva o que lhe apraz.
Lá além,
não muito longe,
há coisas que nunca mudam,
nós é que nunca somos os mesmos.
Foto retirada de: http://sanigourmet.gr/blog/2012/04/instalovers_gr-clubsocial-instagramhub-igerseurope-igers-igersgreece-sea-saniresort-beach-from-instagram/
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Sete
Vagueio sempre pelos mesmos sítios,
sempre na minha companhia,
sempre sem ritmo,
sem horário.
Vou de olhos abertos,
mas parece que não vejo o que me rodeia.
Só vejo aquilo em que penso,
pois os meus pensamentos flutuam.
sempre na minha companhia,
sempre sem ritmo,
sem horário.
Vou de olhos abertos,
mas parece que não vejo o que me rodeia.
Só vejo aquilo em que penso,
pois os meus pensamentos flutuam.
Quando volto a conseguir ver,
só há verde à minha volta,
e um sentimento de comunhão pleno e puro.
Sinto a força que os músculos das minhas pernas têm de fazer para subir os montes,
sinto a terra do chão que se entranha nos meus pés descobertos,
as pedras e galhos que por ali andam,
e que podem dificultar a minha progressão.
Vejo borboletas pousadas nas flores,
sinto o cheiro das árvores variadas,
sinto a natureza entranhar-se em mim.
E por momentos sinto que não há local mais tranquilo que aquele,
que não posso atingir a paz e a quietude em mais lugar nenhum
e sei que não há sítio mais bonito que aquele.
domingo, 12 de fevereiro de 2012
O inconfessável
É algo que "nem às paredes confesso".
Acho que nem a mim tenho coragem de confessar.
Há coisas que não se definem.
Pura e simplesmente não são pretas ou brancas.
Acho que finalmente acredito nisso e compreendo.
Há coisas que não se definem.
Não consigo definir o que sinto por ti.
Se é apenas o conforto que me trouxeste durante anos,
se é o laço invisível que me liga para sempre a ti, mesmo que não estejas comigo.
Mesmo que já não haja memórias recentes.
Mesmo que já não possas sentir o que sentias, e que eu nunca vi e não soube apreciar.
Sei que te amo. Isso sei.
Mas não sei de que forma.
Não sei se da mesma forma que tu, se de outra parecida ou oposta.
Sei que te amo. Isso sei.
Gostava de ouvir a tua voz, ou apenas ter uma notícia tua.
Gostava que te chegasses a mim, verdadeiramente,
e não ficasses por um aceno.
Um aceno que nem soube o que queria dizer.
Mas que me deu esperança, na altura.
Agora, quero mais.
Serás capaz disso, ainda?
Serás capaz de te aproximar de mim, sem medos, sem feridas antigas?
Eu queria.
Será um capricho meu?
Não, acho que não.
Espero que não.
Sei que não.
Estará um futuro reservado para nós?
Caminhos que foram trilhados durante anos, lado a lado,
que por um infortúnio se desviaram um do outro,
e que por um acaso, por algo, se voltarão a encontrar?
Serão trilhados lado a lado, novamente?
("I'm always in this twilight." - Florence & The Machine)
Acho que nem a mim tenho coragem de confessar.
Há coisas que não se definem.
Pura e simplesmente não são pretas ou brancas.
Acho que finalmente acredito nisso e compreendo.
Há coisas que não se definem.
Não consigo definir o que sinto por ti.
Se é apenas o conforto que me trouxeste durante anos,
se é o laço invisível que me liga para sempre a ti, mesmo que não estejas comigo.
Mesmo que já não haja memórias recentes.
Mesmo que já não possas sentir o que sentias, e que eu nunca vi e não soube apreciar.
Sei que te amo. Isso sei.
Mas não sei de que forma.
Não sei se da mesma forma que tu, se de outra parecida ou oposta.
Sei que te amo. Isso sei.
Gostava de ouvir a tua voz, ou apenas ter uma notícia tua.
Gostava que te chegasses a mim, verdadeiramente,
e não ficasses por um aceno.
Um aceno que nem soube o que queria dizer.
Mas que me deu esperança, na altura.
Agora, quero mais.
Serás capaz disso, ainda?
Serás capaz de te aproximar de mim, sem medos, sem feridas antigas?
Eu queria.
Será um capricho meu?
Não, acho que não.
Espero que não.
Sei que não.
Estará um futuro reservado para nós?
Caminhos que foram trilhados durante anos, lado a lado,
que por um infortúnio se desviaram um do outro,
e que por um acaso, por algo, se voltarão a encontrar?
Serão trilhados lado a lado, novamente?
("I'm always in this twilight." - Florence & The Machine)
domingo, 15 de janeiro de 2012
Sinto vontade
Sinto vontade de correr na relva,
sem nada que me prenda,
sem saber para onde vou,
sem saber quando vou parar,
sem me cansar.
Sinto vontade de ouvir os pássaros à minha volta,
de inspirar bem fundo
e de só ver coisas bonitas que enchem a alma.
Sinto vontade de ler um bom livro,
de me perder nos confins da imaginação,
de ir ao cinema,
de escrever,
de ser gente.
Sinto vontade de ser mais.
Sinto uma vonta imensa, frenética, à minha volta,
e dentro de mim.
Sinto vontade deste poema.
Sinto vontade.
sem nada que me prenda,
sem saber para onde vou,
sem saber quando vou parar,
sem me cansar.
Sinto vontade de ouvir os pássaros à minha volta,
de inspirar bem fundo
e de só ver coisas bonitas que enchem a alma.
Sinto vontade de ler um bom livro,
de me perder nos confins da imaginação,
de ir ao cinema,
de escrever,
de ser gente.
Sinto vontade de ser mais.
Sinto uma vonta imensa, frenética, à minha volta,
e dentro de mim.
Sinto vontade deste poema.
Sinto vontade.
domingo, 18 de setembro de 2011
Era uma vez
Era uma vez uma princesa.
Ela era uma princesa como aquelas das histórias.
Ela ainda não tinha tido o seu conto de fadas,
nem tinha encontrado o seu príncipe,
até ao inesperado dia em que ele apareceu.
O príncipe fazia da princesa a rapariga mais feliz do mundo
e a princesa nunca quis mais ninguém.
Mas o príncipe também tinha o seu lado negro,
e a felicidade foi sendo consumida, pedacinho a pedacinho,
até ao dia em que tudo o que ele lhe fazia era mal.
O sofrimento e a angústia corroíam a alma e o espírito da princesa,
e ela estava perdida, sem saber o que fazer.
Ela queria acreditar que o amor que os unia curaria tudo,
todos os obstáculos, todas as desavenças.
Porque a princesa acreditava no seu conto de fadas,
e acreditava que aquele era o seu príncipe.
Até ao dia em que eles tiveram a despedida errada.
Cada um seguiu o seu caminho,
sem mais nada.
Era uma vez.
("If two people are meant to be together, eventually they will find their way back." But how do you know if it's meant to be?)
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
A bala
Decidiste puxar o gatilho naquele dia.
Mas a bala não veio logo ter comigo.
Ela parou várias vezes.
Eu pensei que ela voltasse para trás.
Mas ela apenas estava à espera do momento certo para me atingir.
Porque ela nunca voltou para trás.
Parou e avançou lentamente.
Até ao dia em que me atingiu no coração.
Uns dizem que não tens mais balas na tua pistola,
e outros dizem que talvez vás puxar o gatilho outra vez.
E tu, que dizes?
Não dizes nada.
Limitaste-te a deixar que a bala me atravessasse o coração.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Estátua
Imóvel, desprovida de nada.
Aquela figura de olhar vazio e concentrado,
fixado no horizonte,
bem longe de tudo e de todos.
Mergulhada nos seus pensamentos, que podem ser bons ou maus, ninguém sabe.
E por momentos ela sai dela própria,
deixa de ser quem é
para encarnar uma qualquer personagem.
Ninguém a conhece,
ninguém lhe sabe o nome.
E não seremos todos nós uma estátua, pelo menos uma vez na vida?
Aquela figura de olhar vazio e concentrado,
fixado no horizonte,
bem longe de tudo e de todos.
Mergulhada nos seus pensamentos, que podem ser bons ou maus, ninguém sabe.
E por momentos ela sai dela própria,
deixa de ser quem é
para encarnar uma qualquer personagem.
Ninguém a conhece,
ninguém lhe sabe o nome.
E não seremos todos nós uma estátua, pelo menos uma vez na vida?
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Maior do que eu
Este amor que sinto,
que não pára nunca de crescer,
é maior do que eu.
Não há nada que me faça mais feliz do que as palavras dele,
não há nada que me faça sorrir, mais do que os elogios dele.
Este amor que sinto,
que não pára nunca de crescer,
não me cabe no coração.
Este amor que sinto,
ultrapassa-me.
Este amor que sinto,
é maior do que eu.
("This is bigger than us.")
My man
O meu... tudo.
Não há palavras suficientes que descrevam o que ele é para mim.
Ele faz os meus dias melhores.
Ele faz os meus dias mais bonitos.
Ele faz os meus dias mais alegres.
Ele faz os meus dias mais cheios.
Provavelmente ele nunca terá noção do quanto eu gosto dele...
Mas eu quero provar-lho todos os dias,
quero provar-lhe o quanto eu gosto dele,
todos os dias.
"Oh whatever my man is, I am his, forever more."
(Talvez não seja o meu melhor, mas é sentido <3)
Não há palavras suficientes que descrevam o que ele é para mim.
Ele faz os meus dias melhores.
Ele faz os meus dias mais bonitos.
Ele faz os meus dias mais alegres.
Ele faz os meus dias mais cheios.
Provavelmente ele nunca terá noção do quanto eu gosto dele...
Mas eu quero provar-lho todos os dias,
quero provar-lhe o quanto eu gosto dele,
todos os dias.
"Oh whatever my man is, I am his, forever more."
(Talvez não seja o meu melhor, mas é sentido <3)
quarta-feira, 6 de julho de 2011
A única excepção
Lembro-me de sempre ter querido alguém como ele.
Mas nunca ter encontrado.
Lembro-me de sempre ter esperado por alguém como ele.
Mas esse nunca ter chegado.
"Porquê?"
Perguntei-me muitas vezes.
Porque ele ainda não tinha chegado.
Porque ele não é como os outros.
Porque ele é a única excepção.
A presença dele faz parte de mim,
o perfume, as mãos, os olhos...
O que eu lhe digo não chega nem perto do que ele me diz,
que me deixa sem palavras,
só com um sorriso tolo.
Ele é o meu príncipe encantado,
mais perfeito que os príncipes dos contos de fadas.
Acordo com o rosto dele presente no meu espírito,
e adormeço com as palavras dele gravadas na minha mente.
Parece um sonho,
de tão bom e maravilhoso.
Mas sei que é realidade, doce realidade,
porque eu olho para aqueles olhos tão belos todos os dias,
em todas as tardes partilhadas.
Porque é que o amo?
Porque é que ele ganhou o meu coração?
Porque ele é a única excepção.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
"Waiting for forever"
Vieste de mansinho.
E nem sabias que vinhas!
Nem eu!
E eu desconfiei que, de uma maneira ou de outra,
tinhas vindo para ficar.
Não foi preciso muito tempo
para eu perceber que eras especial.
Que eras genuíno, verdadeiro e importante.
Uma semana depois,
parte da magia começou, naquele singelo almoço.
E no dia seguinte, outra vez.
E depois no dia a seguir.
Até eu tomar consciência de tudo o que se passava,
que gostava de sentir a tua mão a agarrar a minha,
de olhar para os teus LINDOS olhos verdes.
Até eu tomar consciência de que tu és o meu príncipe.
<3
Subscrever:
Mensagens (Atom)





